Mistério

Apavore-se com a verdadeira história de A Orfã

Klara e Katerina Maureová eram irmãs muito unidas, porém as duas tinham alguns distúrbios mentais que atrapalhavam suas vidas. Klara casou-se e teve dois filhos chamados Ondrej e Jakub, porém a relação não durou muito e logo ela acabou se divorciando. Muito sozinha, resolveu convidar Katerina para morar com ela e ajudar a cuidar dos meninos. Tudo ia muito bem até que Katerina conheceu Barbora Skrlová, que na época tinha 33 anos. Barbora tinha um estranho problema glandular que a impedia de crescer, assim parecendo sempre ter 12 anos, mas é claro que ao invés de sofrer, ela se aproveitava disso para não sofrer consequências por seus delitos. Ela até mesmo já tinha sido adotada por um casal como se fosse pré-adolescente, mas foi devolvida. Com a chegada desta curiosa mulher, Klara e Kateria acabaram tendo suas personalidades perturbadas ainda mais exageradas. As três resolveram se converter a uma religião chamada ‘Movimento Graal’ que pregava que o homem só chegará ao paraíso se fizer coisas boas na Terra. Muito lindo, não acha? Mas isso não é tudo, esse movimento tornava seus seguidores livres de alguns possíveis crimes como homicídio, antropofagia (canibalismo) e incesto, fora que eram encorajadas a praticar violência infantil, escravidão e promiscuidade sexual.

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Barbora estimulou Klara a raspar as sobrancelhas, cabelos, a não tomar banho e também a se vestir com roupas velhas, Katerina também a apoiava a este radicalismo. Com o tempo Barbora começou a desenvolver dupla personalidade, hora agia como adulta, hora como criança, tendo grandes ciúmes dos filhos de Klara, ela acabou criando uma disputa dentro de casa acusando os pobres meninos de estarem sempre fazendo coisas erradas, assim eram constantemente castigados. Essa situação foi ficando cada vez pior, Klara já não sabia o que fazer para controlar os meninos que, na verdade, nem faziam nada de errado. Então a cruel Barbora sugeriu que as crianças fossem presas em uma jaula de ferro, e assim aconteceu. Em 2007 os pobres meninos foram trancafiados nús no sótão dentro de uma jaula de grossas barras, lá eles eram espancados, açoitados, afogados, tinham cigarros apagados em seu corpo, recebiam choques e eram abusados sexualmente. Eles dormiam nus no chão junto com seus excrementos, uma vez por semana tomavam banho frio e eram alimentados. Quando elas recebiam visitas, amordaçavam as crianças e, se por acaso elas chorassem, eram ainda mais espancadas. De repente parecia que as coisas iam melhorar, Barbora sugeriu que os alimentassem mais para que engordassem, mas mal sabiam as pobres crianças o que vinha por ai.

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Certo dia Klara entrou na cela com uma faca e ordenou que um dos meninos estendesse a perna, Katerina e Barbora o seguraram enquanto a própria mãe lhe arrancava a perna sem nenhum sedativo, após retirada, elas comeram o membro na frente dos meninos sem nenhum arrependimento. No mês seguinte foi a vez do outro irmão sofrer, perdendo seus dois braços, a cada mês era realizada uma sessão diferente de canibalismo. Então Barbora decidiu que precisava vigia-los 24h por dia, por isso comprou câmeras para vigiar bebês e as instalou, esta foi a grande sorte dos meninos. Um casal se mudou para a casa ao lado e, ao sintonizar seu próprio sistema de vigilância para bebês acabou sintonizando no errado e vendo as atrocidades que as crianças viviam na casa ao lado. Imediatamente, ele gravou as imagens e chamou a polícia, então no dia 10 de maio de 2007 a polícia resgatou os meninos e prendeu Klara e Katerina, eles também encontraram uma menininha no local que se dizia ser Annika, filha de Klara. Infelizmente, um dos meninos não sobreviveu, mas o outro se recuperou e declarou em juízo tudo o que sofreram naquele ano. Klara e Katerina foram presas e culparam Barbora por tudo o que houve, mas ela havia desaparecido. Mas e aquela menininha Annika que surgiu do nada? Foi adotada por um casal na Noruega e chamada de Adam, depois descobriu-se que, na verdade, Barbora, Annika e Adam eram a mesma pessoa! Barbora foi extraditada para a República Tcheca e julgada com Klara e Katerina. Todas foram condenadas, mas não se sabe se ainda estão presas.

 

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