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6 coisas que você não sabia sobre bebês recém-nascidos

6 coisas que você não sabia sobre bebês recém-nascidos

Há muitas maneiras diferentes de descrever os bebês recém-nascidos. Para alguns, eles são fofos e engraçados, enquanto que para outros, eles são irritantes e exaustivos. Diferenças de opinião à parte, o fato é que não é comum ouvirmos os bebês serem descritos de uma forma mais “científica”. Embora seus pequenos e minúsculos corpos possam parecer versões em miniatura dos adultos, eles funcionam de uma maneira completamente diferente até alguns meses de idade.

Por isso, listamos aqui algumas funções e ocorrências espetaculares que acontecem no corpo dos bebês recém-nascidos. Você vai descobrir que esses pequenos seres humanos podem ser muito mais interessantes do que a maioria das pessoas imagina. Confira!

6. Eles nascem com aproximadamente 300 ossos

O número de ossos no corpo humano adulto é 206. No entanto, um bebê nasce com cerca de 300 ossos, que ao longo do tempo, se fundem para formar o esqueleto humano adulto como o conhecemos. Além disso, o esqueleto de um recém-nascido é bem mais cartilaginoso do que o de uma pessoa adulta. Com a ajuda do tempo e do cálcio, os ossos se solidificam e ficam devidamente fortalecidos até formarem o esqueleto ideal. Mas por que será que isso acontece?

Bem, o corpo de um bebê é, por natureza, projetado para ser “macio” e “maleável”, já que essas características ajudam na hora do seu nascimento. Imagine se seus corpos fossem tão duros e rígidos quanto os de um adulto. O nascimento seria quase impossível, não é mesmo? Portanto, os corpos dos bebês apresentam esqueletos mais macios até alguns meses depois do parto, quando esses ossos podem começar a endurecer.

5. Eles podem engolir e respirar simultaneamente

Estudos já comprovaram que os bebês podem sugar, engolir e respirar, tudo ao mesmo tempo, o que contribui bastante na hora da amamentação. Mais precisamente, a quantidade de nutrientes e oxigênio que um bebê pode receber durante a alimentação depende diretamente de sua capacidade de executar todas essas tarefas de uma só vez, o que é uma habilidade que eles perdem lentamente à medida que envelhecem.

Curiosamente, essa ação aparentemente simples requer que os recém-nascidos desempenhem ações complexas no movimento da mandíbula, do osso hióide, da língua, do palato, da faringe e da laringe para extrair o leite, engoli-lo e manter a respiração com eficiência.

4. A cor dos seus olhos pode mudar após o nascimento

A cor dos nossos olhos é moldada pela melanina, que também é responsável pela cor da nossa pele e cabelo. De modo semelhante à ação da luz solar que pode escurecer a nossa pele e clarear o nosso cabelo, a melalina desempenha esse efeito sobre os olhos. Muitas vezes, bebês recém-nascidos (especialmente os de etnia caucasiana) apresentam olhos azuis ou cinzentos. No entanto, uma vez que o bebê abre os olhos, a luz inicia a produção de melanina dentro da íris, originando um processo pode levar a uma mudança de cor.

Vale destacar que as maiores mudanças na coloração dos olhos geralmente ocorrem entre os nove primeiros meses de idade, mas sempre dependendo de fatores genéticos. Depois disso, as mudanças geralmente são mais sutis de serem notadas. Curiosamente, os olhos de algumas pessoas ainda mudam de cor durante a idade adulta, mas isso não é tão comum como no caso dos recém-nascidos.

3. Eles só conseguem sorrir depois de alguns meses

O primeiro sorriso de um bebê costuma ser um dos momentos que os pais mais aguardam ansiosamente. Ele é visto como um indicador importante de que a criança está se sentindo bem. No entanto, o que pouca gente sabe é que os primeiros sorrisos não são realmente intencionais ou em resposta a um sentimento de felicidade. Na verdade, eles são equivalentes aos chutes que os bebês fazem enquanto descobrem sua amplitude de movimento.

O primeiro sorriso “real” geralmente só ocorre após os três primeiros meses de idade. Outro ponto que merece destaque é que os “sorrisos de reflexo” são curtos e só ocorrem quando o bebé está cansado. Por outro lado, seu primeiro sorriso real será uma resposta clara a algo e durará por mais tempo.

Os pais podem incentivar o sorriso através dos meios óbvios, que incluem conversar com seus bebês, acariciá-los e brincar com eles o mais rápido possível. Estudos mostram que esse grau de afeto também pode promover um desenvolvimento mais rápido do cérebro e maiores habilidades sociais na vida adulta.

2. Recém-nascidos também podem desenvolver um gosto musical

Está cientificamente provado que os recém-nascidos conseguem se lembrar das coisas de dentro do útero muito mais facilmente do que se pensava. Estudos já mostraram que os bebês realmente podem desenvolver uma certa preferência pela música que ouviam enquanto estavam no útero da mãe e ainda mantêm essa preferência até um ano de idade!

Ainda mais surpreendente é que não só eles podem reconhecer o estilo de música que foi tocado mesmo estando no útero, como também podem até se lembrar de músicas específicas! Outros estudos também mostraram que os bebês podem até apresentar uma certa “aversão” a tipos específicos de música ao ouvir sons que eles não gostam.

Mas o que todos os estudos têm em comum é que essa capacidade dos bebês de reconhecer e reagir a determinadas músicas que ouviram no útero baseia-se nos mesmos mecanismos que permitem que eles se familiarizem com o som das vozes de seus pais.

1. Eles podem ter pequenos bigodes ainda no ventre da mãe

Um estudo publicado em 1998 descobriu que sete entre 3.000 fetos apresentaram uma espécie de “bigode” quando ainda estavam no ventre das mamães. Isso foi determinado por meio de testes ultrassonográficos realizados entre as semanas 14 e 16 da gestação. No entanto, os “bigodes” não eram exatamente iguais aos que você provavelmente está pensando, pois os pesquisadores usaram esse termo apenas para se referir melhor a uma “estrutura em forma de bastonete no lábio superior fetal”.

Os sete fetos que tinham essa estrutura foram monitorados e em todos os casos notou-se que a estrutura havia desaparecido antes do nascimento, sem anomalias detectáveis nos lábios superiores dos recém-nascidos. Vale destacar que esse tipo de pelo, cientificamente chamado “lanugo”, começa a crescer no lábio superior e em alguns casos tende a se espalhar pelo corpo. Ele geralmente desaparece antes do nascimento, mas em alguns casos ainda pode marcar presença quando o bebê nasce.

Os recém-nascidos apresentam características realmente incríveis, não é mesmo? Compartilhe o post e deixe o seu comentário!

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