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15 fatos curiosos sobre os faraós do Antigo Egito

15 fatos curiosos sobre os faraós do Antigo Egito

Se você gosta de história, já deve saber que os faraós eram líderes fascinantes. Durante o auge da antiga cultura egípcia, eles lideraram as forças política e religiosa do povo egípcio até a anexação romana em 30 aC. Considerados deuses na Terra, os faraós eram as pessoas mais poderosas do Antigo Egito. Abaixo estão listados 15 fatos curiosos sobre esses governantes antigos.

1. A principal responsabilidade do faraó era manter a harmonia em toda a terra ao agir de acordo com a vontade da deusa Maat. Era dever do faraó proteger as fronteiras do país e atacar os países vizinhos em busca de recursos, coletar impostos, criar leis, construir templos em homenagem aos deuses e realizar cerimônias religiosas.

2. Estima-se que existiram aproximadamente 170 faraós no total, mas há pouca evidência escrita para se ter certeza. Muitos historiadores acreditam que Menés tenha sido o primeiro rei de todo o Egito, por volta do ano 3100 aC.

3. Cleópatra VII foi a última faraó do Egito, falecendo em 12 de agosto de 30 a.C.

4. O termo “faraó” não é necessariamente uma palavra egípcia. Na verdade, é uma pronúncia de origem grega e hebraica que significa “grande casa”, pois originalmente se referia ao palácio do rei e só veio a se tornar o termo usado para descrever o governante em meados de 1450 aC.

5. Uma pessoa não se tornava faraó de uma hora para outra. O treinamento durava um longo período e começava quando o herdeiro do trono ainda era extremamente jovem.

6. Com exceção de uma pequena porcentagem de governantes do sexo feminino, a grande maioria dos faraós era composta por homens. A primeira mulher faraó foi Hatchepsut, que se declarou rainha após a morte de seu meio-irmão e marido Tutmés II. O seu reinado durou aproximadamente 22 anos e foi considerado um período de prosperidade econômica e relativo clima de paz.

7. Pepi II tinha apenas seis anos de idade quando se tornou rei do Egito e se comportava exatamente como uma criança mimada. Quando ficou mais velho, ele continuou com o mesmo comportamento, chegando a exigir que alguns escravos se cobrissem com mel para atrair as moscas que o incomodavam. Seu reinado durou 94 anos, o suficiente para torná-lo o monarca que permaneceu mais tempo no trono em toda a história.

8. As pirâmides egípcias eram encomendadas pelos faraós para servirem como seus locais de descanso final. A maior das três pirâmides de Gizé foi construída pelo faraó Quéops em 2550 aC.

9. Um dos rituais diários dos faraós era o de fazer oferendas aos deuses. As pessoas da época acreditavam que somente um faraó poderia entrar nos templos e tocar as estátuas que supostamente continham os espíritos das divindades.

10. A maioria das estátuas dos faraós descreve-os como tendo longas barbas trançadas, mas na verdade elas eram completamente sintéticas. A limpeza era muito importante para os antigos egípcios, por isso eles mantinham os seus rostos totalmente livres de pelos.

11. No Egito Antigo, os gatos eram muito apreciados, em grande parte devido à sua ligação com Bastet, a deusa da guerra que tinha cabeça de gato. Como resultado, era ilegal machucar um gato. Só que o faraó Psamético III levou essa regra a um nível totalmente surpreendente quando ordenou a seu exército que parasse de lutar porque seu inimigo havia liberado centenas de gatos no campo de batalha.

12. A ascensão de um faraó ao trono era um dos rituais mais importantes do Antigo Egito, sendo que o evento era celebrado com festas, ritos e cerimônias. Curiosamente, as celebrações poderiam chegar a durar até um ano!

13. O rei Tutancâmon é certamente o mais famoso dos faraós egípcios. “Tut” tinha apenas 9 anos quando se tornou faraó e morreu 10 anos depois. Ironicamente, a maior parte do que se sabe sobre ele tem pouco a ver com seu legado e mais com a descoberta da sua tumba, que foi encontrada muito bem preservada no início do século XX.

14. Todos os faraós pintavam as áreas dos olhos com tintas de cores escuras, pois a beleza era equiparada à santidade. Além do uso cosmético, eles também pintavam os olhos para reduzir a reflexão da luz do sol.

15. Menkaure era um faraó que ficou conhecido por arquitetar um esquema com o objetivo de enganar os deuses e mantê-lo vivo indefinidamente. Ele usava como base do seu “plano” a ideia de que se a noite nunca chegasse um novo dia não poderia começar. Por isso, todas as noites ele acendia o maior número de lâmpadas possível e tentava fingir que ainda era dia. Mas não teve jeito, Menkaure veio a falecer por volta de 2504 a.C.

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