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8 curiosidades fascinantes sobre as auroras boreais

8 curiosidades fascinantes sobre as auroras boreais

A aurora boreal é um fenômeno natural tão belo que faz com que pessoas de todo o mundo se desloquem por vários quilômetros apenas para ter a oportunidade de vê-la com seus próprios olhos. As auroras boreais (também chamadas de auroras polares e luzes do norte) se estendem pelo horizonte e nos enchem de admiração quando contemplamos sua beleza colorida e singular.

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Embora um número considerável de pessoas já tenha testemunhado esse espetáculo da natureza, ainda há algumas coisas que muita gente provavelmente não sabe sobre as auroras boreais. Pensando nisso, nós do TriCurioso resolvemos listar algumas curiosidades interessantes que vão ajudar você a entender melhor essa maravilha.

Sendo assim, continue lendo para aprender oito coisas que você provavelmente não sabia sobre as auroras boreais!

8. Elas são formadas a partir de uma explosão de raios solares

O sol apresenta uma característica chamada de erupção solar, que é quando o sol entra em erupção e lança a radiação para longe de si, como uma bola de partículas carregadas. Essas partículas viajam em direção à Terra em altas velocidades e se conectam com a atmosfera do nosso planeta, causando uma reação química que cria essas exibições fenomenais de luzes. Assim, os elétrons entram em um estado de alta energia após o impacto e criam fótons coloridos quando retornam ao seu estado inferior.

Como você pode ver, essa reação até pode parecer um pouco complicada do ponto de vista técnico, mas tudo o que importa é que ela acaba criando uma bela exibição de luzes e uma memória duradoura na mente das pessoas que têm a oportunidade de presenciar esse fenômeno. Curiosamente, as auroras boreais também podem produzir ruídos, pois as partículas energéticas usadas para criar o espetáculo de luzes também produzem sons.

7. A primeira menção de uma aurora boreal remonta a 30.000 a.C.

A primeira menção das famosas luzes do norte foi descoberta em um desenho feito nas paredes de uma caverna encontrada na França. Acredita-se que esse registro tenha sido criado por volta de 30.000 a.C., bem mais antigo que os documentos escritos chineses de 3.600 a.C. que falavam sobre a aurora boreal e que eram considerados os registros mais antigos do tipo.

Acredita-se que a descoberta das auroras boreais pode ter mudado o curso da história de alguma forma, pois muito provavelmente elas levaram à criação de diferentes mitologias e até serviram de inspiração para algumas obras de arte. De fato, essas luzes ainda nos surpreendem nos dias de hoje, pois muitas pessoas viajam de todas as partes o mundo para testemunhar essas formações iluminando o céu noturno com uma bela variedade de cores.

6. É possível ver as auroras boreais da Estação Espacial Internacional

Por incrível que pareça, até mesmo os astronautas que trabalham na Estação Espacial Internacional conseguem ver as luzes de um ângulo lateral. Às vezes, eles passam exatamente “por dentro” da aurora, quando a força geomagnética é forte o suficiente para atrair as luzes para uma certa altura.

Sendo assim, só podemos imaginar a alegria que os astronautas devem sentir toda vez que essa visão surge no horizonte. Deve ser uma coisa realmente incrível de se testemunhar, o que faz com que muita gente sonhe em ter a chance de vê-la desse ângulo específico no espaço.

5. Elas apresentam mais de uma forma

As luzes polares podem aparecer em uma variedade de padrões, pois são inteiramente baseadas no nível de atividade solar em uma única noite. Eles podem aparecer com uma aparência que lembra uma cortina ao vento ou até mesmo surgir no céu em remendos engraçados como se estivessem costuradas em um velho par de jeans.

Tudo é possível quando se trata dessas luzes e pode até haver formações que ainda não vimos, até porque essas luzes mudam praticamente a todo momento. Em alguns casos, elas até aparecem estar “dançando” no céu, o que promove um espetáculo ainda mais fascinante de ser observado.

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4. Embora tenham uma aparência que lembra labaredas, elas não têm nada a ver com o fogo

As auroras boreais se parecem bastante com chamas coloridas, mas isso só fica no campo da aparência mesmo. De fato, a temperatura desse show de luzes fica em torno de -17 graus Celsius, um número que está longe de ser digno de representar algo relacionado ao fogo.

Vale destacar que a densidade do ar onde essas luzes se formam é bem escassa, o que significa que não há como atingir uma temperatura exageradamente quente. Sendo assim, embora você até possa pensar que elas se parecem com chamas dançantes que poderiam aquecê-lo em uma noite fria, a realidade é que elas teriam uma maior probabilidade de causar uma morte por hipotermia.

3. Verde é a cor mais comum das auroras boreais

A cor mais comum que as auroras boreais adotam é o verde, mas é importante deixar claro que essa não é a única cor que elas podem obter. As luzes polares também podem adotar tons de violeta, amarelo e rosa e, em raras ocasiões, os observadores desse espetáculo até podem vislumbrar detalhes em azul puro, laranja ou até branco.

Vale destacar que a cor depende do comprimento de onda da luz que está sendo emitida, bem como o nível de reação dos produtos químicos envolvidos. Quando o nitrogênio é ionizado, é possível ver tons mais azuis e roxos, mas quando ele é deionizado, vemos cores como laranja ou vermelho. Isso pode mudar à medida que a altitude da reação muda, o que pode levar a graus variados de oxigênio e nitrogênio nas diferentes camadas da atmosfera.

2. O termo “aurora boreal” foi criado por Galileu Galilei

Galileu Galilei foi quem cunhou o termo “aurora boreal” em 1619, depois de apresentar uma teoria que foi posteriormente desmentida. Ele achava que as luzes eram formadas a partir dos raios do sol refletindo na atmosfera da Terra. Foi só muitos anos mais tarde, mais especificamente em 1902, que o físico Kristian Birkeland conseguiu provar que as suas suposições estavam erradas.

Como o nome já existia há mais de 300 anos na época, ele acabou permanecendo inalterado e é a razão pela qual esse espetáculo natural ainda é chamado assim até hoje. Ou seja, embora tenha sido fruto de um erro, o fato é que esse termo acabou ficando eternizado na história.

1. Os melhores lugares para observá-las são o Canadá e o Alasca

O melhor lugar para ver as auroras boreais são aqueles que ficam o mais próximo possível do norte. Isso significa que o ideal seria ir para o polo norte, mas como ninguém quer viajar para esse lugar extremamente gelado, existem outras opções mais viáveis.

Os dois melhores lugares para testemunhar essas magníficas luzes são o Canadá ou o Alasca. No entanto, vale destacar que os céus dos países nórdicos também são capazes de proporcionar grandes espetáculos.

As auroras boreais são grandes espetáculos a céu aberto, não é mesmo? Compartilhe o post e deixe o seu comentário!

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