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5 fatos bizarros envolvendo cabelos

Pouca gente pensa no assunto, mas a verdade é que há muito mais coisas interessantes com relação aos cabelos do que crescer e abrigar caspa. Na verdade, esses fios podem apresentar até mesmo certos “superpoderes”, como um sistema de olfato e até ajudar algumas criaturas a ficar presas em alguma superfície escorregadia!

O cabelo é uma das partes mais expressivas e únicas de nosso corpo. Não importa se ele seja curto, longo, liso, ondulado ou cacheado, o fato é que esse conjunto de fios capilares podem abranger características realmente incríveis. Pensando nisso, listamos aqui alguns fatos curiosos envolvendo cabelos que poderão deixar você coçar a cabeça sucessivamente. Confira!

5. Cabelos ruivos drenam antioxidantes

Em 2012, um estudo constatou que os cabelos ruivos contam com a desvantagem de “drenar antioxidantes”. Na prática, isso é algo negativo porque os antioxidantes tem a capacidade de combater os radicais livres que danificam as células e que podem promover um efeito cancerígeno. Vale destacar que o estudo se concentrou em porcos selvagens na Espanha, mas como os seres humanos compartilham o mesmo pigmento vermelho (a feomelanina), os resultados contam para as duas espécies.

Os pesquisadores descobriram que os animais com o pigmento tinham menos do antioxidante GSH e sofriam mais danos causados ​​pelos radicais livres. Isso acontece porque a produção de feomelanina requer o antioxidante GSH, o que o faz drenar o seu suprimento pelo corpo. Para se ter uma ideia, até mesmo os javalis com cabelos grisalhos analisados, que não contavam com qualquer tipo de pigmento colorido, apresentaram mais GSH e menos danos celulares que os ruivos.

Curiosamente, os porcos selvagens mostraram algum tipo de evolução, pois o pelo acinzentado presente nos animais mais velhos parece ser uma tentativa do corpo de diminuir os danos causados ​​pelos radicais livres na espécie. No que diz respeito à feomelanina, o motivo pelo qual esse “pigmento danoso” evoluiu permanece um mistério até hoje.

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4. Alguns répteis usam fios de cabelo minúsculos para se prender a uma superfície escorregadia

Por natureza, as lagartixas não são seres pegajosos, mas ainda assim, essas criaturas não enfrentam nenhum problema ao tentar subir nas paredes ou ao se pendurar de cabeça para baixo. Na prática, isso ocorre porque muitos desses répteis ficam pendurados pelos “cabelos” das suas patas. Cada dedo da pata de uma lagartixa é equipada com cabelos microscópicos, divididos individualmente em centenas de cerdas. Essa imprecisão é justamente o segredo por trás de tanta eficácia.

Em 2014, pesquisadores projetaram um modelo matemático para analisar os detalhes desses cabelos microscópicos. Eventualmente, o modelo revelou a existência de um sistema sensível, mas poderoso. Na prática, desde que os pelos fiquem secos, eles permitem que os pequenos répteis colem e descolem suas patas muito rapidamente.

Os cabelos também se ajustam à velocidade quando uma lagartixa pula para uma outra superfície ou quando vira repentinamente. Como tais manobras deslocam uma enorme quantidade de energia, a elasticidade e flexibilidade dos cabelos redirecionam com segurança essa onda de energia, tornando as lagartixas os acrobatas que desafiam a gravidade que são.

3. Os cabelos possuem receptores olfativos

Ao que parece, o nariz humano não é a única parte do corpo com um olfato. Em 2018, pesquisadores descobriram que os folículos capilares têm os mesmos receptores olfativos que revestem as passagens nasais. Esses receptores se ligam às moléculas de odor e sinalizam ao cérebro a presença de algo com um cheiro bom ou desagradável ao redor.

O receptor olfativo dos cabelos é de um tipo específico chamado OR2AT4, que por sua vez coordena as células que produzem queratina, a proteína que dá boa aparência aos cabelos. Curiosamente, ele também promove a existência de um composto sintético que incentiva o desenvolvimento de um hormônio do crescimento chamado iGF-1.

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2. Cientistas já conseguiram fazer uma pele artificial crescer cabelos

Em 2016, cientistas japoneses criaram uma pele em laboratório. Embora isso já seja algo interessante por si só, o que é mais incrível é que essa pele artificial pode suar e até mesmo crescer seu próprio cabelo! Para conseguir tal proeza, os pesquisadores transformaram as células das gengivas de ratos em células-tronco antes de usá-las para construir estruturas semelhantes à pele com glândulas sudoríparas e folículos capilares.

Quando essas estruturas foram transplantadas para camundongos sem pelos, os roedores passaram a obter fios espessos, confirmando o sucesso do experimento. Vale destacar que a tecnologia da pele artificial não é uma coisa nova, mas a técnica japonesa foi a primeira a cultivar pelos através de uma nova pele. Na prática, isso só ocorreu porque todas as principais camadas da pele se desenvolveram naturalmente após o transplante, até mesmo as conexões crescentes nas fibras e os nervos musculares.

Os cientistas esperam que esse tipo de pele possa reduzir o número de animais usados em experimentos de laboratório e tratar pacientes com queimaduras e necessidades de enxertos de pele. No entanto, isso pode demorar um pouco para se popularizar. Além disso, a pele artificial também pode apresentar outros contratempos, como não poder produzir suas próprias fibras nervosas e poder crescer um cabelo com uma cor diferente da do resto do hospedeiro.

1. Existe um concurso de congelamento de cabelos

O Festival Anual Yukon Sourdough, no Canadá, inclui várias competição de inverno, mas nenhuma delas é tão estranha quanto o Concurso Internacional de Congelamento Capilar. De certo modo, os cabelos ficam congelados naturalmente nas nascentes da região onde ocorre o festival, pois o vapor da água quente sobe e se acumula no cabelo da pessoa, onde o ar frio consequentemente o transforma em gelo.

Com isso em mente, os organizadores lançaram em 2011 o primeiro torneio do tipo para ver quem poderia congelar a juba da forma mais ultrajante. A competição despretensiosa se popularizou e se transformou em um concurso anual que agora recebe participantes de todo o mundo durante os meses de fevereiro e março. Apesar do visual “sólido”, os fios congelados perdem o gelo com um único mergulho debaixo d’água

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Os organizadores dizem estar orgulhosos de que nenhum cabelo chegou a ser prejudicado durante as competições até o momento. Além disso, eles fazem questão de destacar que o concurso compartilha oportunidades iguais para todos os tipos de pessoas. Por isso, pessoas carecas com perucas também são bem-vindas.

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