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12 curiosidades incríveis sobre os atiradores de elite

12 curiosidades incríveis sobre os atiradores de elite

Um tiro, uma morte. Esse é o lema popular dos atiradores de elite (snipers), que ao longo dos anos mudaram os rumos das estratégias de guerras ao tornar possível a eliminação de alvos com uma precisão nunca vista antes. Confira 12 curiosidades que podem lhe ajudar a aprender mais sobre esses profissionais que contam com armas e habilidades mortais.

1. A palavra “sniper” foi usada pela primeira vez na língua inglesa para descrever os ataques realizados pelos soldados britânicos que ocupavam a Índia no século XVIII. O nome foi adaptado do ato de caçar “snipes”, uma espécie de ave cujos padrões de voo irregulares torna a sua caçada extremamente difícil.

2. O rifle Whitworth é considerado o primeiro rifle sniper do mundo. Foi projetado em 1854 e produzido entre 1857 a 1865 pelo empresário britânico Joseph Whitworth. Ele era capaz de acertar alvos com até 1.280 metros de distância e foi usado principalmente na Guerra Civil Americana.

3. O tiro bem-sucedido mais longo de um atirador de elite foi realizado por um membro das Forças Armadas do Canadá. O disparo foi efetuado a uma distância de 3.540 metros durante uma operação no Iraque, resultando na morte de um insurgente do Estado Islâmico, em maio de 2017. No entanto, o nome do atirador não foi revelado.

4. Atiradores de elite geralmente matam pessoas, mas em alguns casos eles também podem salvá-las. Em 1993, um americano chamado Douglas Conley estava sentado em uma cadeira com uma arma na mão, ameaçando cometer suicídio caso a polícia chegasse perto demais. Em determinado momento, um atirador de elite da SWAT disparou um tiro tão certeiro que derrubou a arma da mão de Conley sem feri-lo. Após o disparo, os policiais nas proximidades rapidamente agarraram Conley e o levaram sob custódia.

5. Simo Häyhä, um atirador de elite finlandês, detém o recorde do maior número de mortes confirmadas. Ele supostamente matou entre 505 a 542 homens em um período de apenas 100 dias. Isso gera uma média de mais de 5 mortes por dia!

6. Lyudmila Pavlichenko, da União Soviética, é considerada até hoje a maior atiradora de elite de todos os tempos, contabilizando 309 mortes, sendo que 36 delas correspondem a snipers inimigos. Pavlichenko lutou contra a Alemanha Nazista na Segunda Guerra Mundial, depois de ter desistido de se tornar uma enfermeira.

7. Pavlichenko não era a única atiradora do exército vermelho. Haviam 2.000 delas, embora apenas 500 sobreviveram à guerra.

8. Na maioria das missões modernas, os atiradores trabalham em duplas, de modo que uma pessoa é responsável pela observação e a outra é encarregada de atirar.

9. Um rifle sniper custa entre 8.000 a 15.000 dólares.

10. Os atiradores de elite modernos trabalham com equipamentos versáteis de camuflagem e passam por rígidos treinamentos para aprender a se movimentar de maneira lenta e sutil, tornando a sua detecção muito difícil. Esse treinamento é chamado de “stalking” e é considerado mais difícil do que a movimentação utilizada em missões comuns.

11. As funções dos atiradores de elite são muito mais complexas do que simplesmente apontar e atirar. Além de existirem muitos fatores que atrapalham a trajetória das balas, como a gravidade, o vento e a pressão do ar, os atiradores precisam saber se camuflar, esperar o tempo certo para efetuar o disparo e muitas vezes contar com a capacidade de controlar a respiração e batimentos cardíacos para atirar com total precisão.

12. Chris Kyle, da Marinha dos EUA, foi o responsável por 160 mortes confirmadas, o que lhe deu o título de atirador de elite mais letal da história do país. Sua vida serviu de base para a história do filme “Sniper Americano”. Chris morreu em fevereiro de 2013 quando foi baleado fatalmente por um ex-soldado de 25 anos que sofria de transtorno de estresse pós-traumático.

E você, já conhecia o trabalho dos atiradores de elite? Deixe o seu comentário!

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