Tecnologia

Já ouviu falar em ar-condicionado pessoal?

Que o calor está de matar nós sabemos bem, afinal, temos sentido na pele em função do fenômeno El Niño que tem não apenas aquecido nosso dia-a-dia como alterado o regime de nossas chuvas. Com todo esse calor, é impossível passar nossos dias longe de um ventilador, ar condicionado ou um leque pelo menos. Mas e naqueles momentos em que você está transitando de um lado para o outro? Aqui entra a grandiosa inovação apresentada na CES 2019 – a maior feira de tecnologia de todo o mundo, em Las Vegas – o chamado ar-condicionado pessoal.

Seu nome é Embr Wave e é bastante semelhante a um relógio, o que só aumenta a curiosidade sobre seu funcionamento. O objetivo do pequeno aparelho é invadir seu sistema nervoso e alterar as sensações que você tem em sua pele, mais especificamente as sensações térmicas. Através de um aplicativo da Embr Labs, você pode controlar as ondas quentes e frias para sentir-se confortável em qualquer ambiente. Segundo testes feitos por universidades americanas, o pequeno aparelho tem a capacidade de aumentar ou diminuir a sensação térmica em até 3 graus Celsius. Incrível, não é mesmo?

Tudo isso graças a forma como nosso corpo responde as mudanças de temperatura. As sensações de calor ou frio não significam que nosso corpo esta aquecendo ou resfriando, mas sim que nossos termorreceptores que ficam na pele perceberam que a temperatura do ambiente mudou. Então, esses receptores enviam mensagens para o cérebro com o objetivo de avisar o que está acontecendo e nos obrigar a colocar ou tirar um casaco, assim mantendo nossa termorregulação.

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Aqui entra o Embr Wave que modifica a temperatura na pele sensível, assim modificando a sensação térmica que estamos sentindo. Incrível, não é mesmo? Além disso, sua bateria suporta de 25 a 50 usos antes de ser carregada e é excelente para quem odeia o ar-condicionado do escritório ou o calor insuportável do ônibus. Além disso, o plano é desenvolver uma função para auxiliar o usuário a pegar no sono. Por enquanto o produto – que veio da mente de três estudantes do MIT em 2013 – só está a venda nos EUA e Canadá e custa US$299, equivalente a R$1100 mais ou menos, o que é bastante caro. Porém, se funcionar mesmo, vale o investimento… Eu acho.

Sensacional, não é mesmo? Comente!

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