Curiosidades, Tecnologia

Conheça a história da conta telefônica de iPhone com 300 páginas!

Em 2007 a blogueira e designer Justine Ezarik chamou a atenção ao mostrar sua conta telefônica da AT&T Mobility feita para seu iPhone, esta curiosa conta foi recebida em uma caixa de papelão na sua casa e tinha 300 páginas frente e verso!

Quando a Apple Inc. lançou o primeiro iPhone nos EUA, havia nele instalado um software bloqueador que só permitia você usar linhas telefônicas da AT&T Mobitily. Então, você comprava seu mais novo smartphone e quando ativava o contrato de serviço para o iTunes aparecia uma opção onde você deveria escolher como desejava receber sua conta, porém caso você não escolhesse nenhum modo automaticamente a AT&T ativava o recebimento detalhado.

Neste recebimento detalhado eram mostrados todos os detalhes do seu consumo, ele incluía listagem de chamadas telefônicas, mensagens de texto e transferências de dados na internet que eram registrados até mesmo com o telefone desligado, isso gerava uma série de informações irrelevantes de transações nos detalhamentos do uso. Quando fez um mês do lançamento do iPhone, seus usuários começaram a receber contas gigantescas nas suas casas, na época Ben Kuchera, editor de jogos do site Ars Technica escreveu uma postagem falando sobre sua conta de 34 páginas frente e verso, nesta publicação ele também fala de conhecidos que receberam contas com 52 páginas também frente e verso.

Entretanto, foi Justine (do vídeo acima!) quem mais chamou a atenção com o assunto, isso porque sua conta tinha incríveis 300 páginas frente e verso! Eram tantas páginas que foi necessário o envio via caixa de papelão! No dia 11 de agosto de 2007 aos 23 anos, ela gravou em uma cafeteria mostrando a incrível conta recebida. Já na primeira semana o vídeo teve 500 mil visualizações no YouTube, 350 mil no Revver, 500 mil no Break.com e 1.1 milhão no Yahoo Vídeos! Pelas publicações, Justine afirma ter recebido apenas US$2 mil já que apenas o Revver fazia pagamentos a seus usuários na época.

Bizarro, não é mesmo? Comente!

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