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6 coisas que você não sabia sobre o Chevrolet Camaro

6 coisas que você não sabia sobre o Chevrolet Camaro

Em 26 de setembro de 1966, a montadora norte-americana Chevrolet lançava o primeiro Camaro da história. Esse carro esportivo havia sido especialmente desenvolvido para servir como um concorrente do popular Ford Mustang, enquanto compartilhava a sua plataforma e outros componentes com o Pontiac Firebird.

Com o passar dos anos, a popularidade do Camaro só aumentou. Quatro séries do Camaro foram desenvolvidas de 1966 a 2002 e o desenvolvimento da quinta geração desse veículo iniciou à todo o vapor em 16 de março de 2009. Desde o seu lançamento há mais de 53 anos, mais de 5 milhões de Camaros foram vendidos, o que o transforma no maior sucesso da Chevrolet no ramo esportivo.

Mas apesar de toda a sua popularidade, existem alguns fatos curiosos sobre esse veículo que muita gente ainda desconhece. Pensando nisso, listamos aqui seis curiosidades que você provavelmente não sabia sobre o Chevrolet Camaro. Confira!

6. O projeto original do Camaro se chamava Panther

Pouca gente sabe, mas a verdade é que, antes do anúncio do Camaro em 26 de setembro de 1966, a Chevrolet já havia deixado vazar alguns rumores em meados de abril do ano anterior indicando que a empresa estaria planejando desenvolver um rival para o Ford Mustang, cujo projeto havia sido originalmente nomeado “Panther”.

Em 28 de junho, a General Motors, empresa controladora da Chevy, realizou uma coletiva de imprensa ao vivo em Detroit, onde anunciou uma nova linha de carros, a designação XP-836, que serviria como rival do Mustang e seguiria a velha tradição de ter um nome que começava com a letra C. Assim, como os modelos anteriores da Chevrolet também começavam com a letra C (como Corvette, Corvair, entre outros), foi então anunciado que o novo carro seria intitulado Camaro.

5. O seu anúncio se transformou na maior teleconferência do mundo

Sem muita surpresa, a apresentação do Camaro despertou um grande interesse dos fãs de carros e da mídia especializada em todo o mundo. Mas o que mais chama a atenção é que o anúncio em si também foi um evento histórico, isso porque a apresentação do Chevy Camaro feita pelos funcionários do alto escalão da General Motors no Statler-Hilton Hotel, em Detroit, foi a primeira grande teleconferência do mundo.

Enquanto o anúncio era feito em Detroit, funcionários da grande mídia e das relações públicas da Chevrolet se reuniram em 14 cidades para acompanhar o evento por meio de uma teleconferência. Na época, essa havia sido a maior teleconferência já realizada. Vale destacar que, para conseguir tal feito, a Chevrolet precisou recrutar mais de 100 funcionários da Bell Company para configurar e manter a teleconferência. Para o alívio dos diretores da General Motors, a transmissão do anúncio ocorreu sem problemas.

4. Ele já passou por seis gerações de mudanças na carroceria

Pouca gente sabe, mas o Camaro também já passou por seis mudanças estéticas bastante notáveis na sua carroceria. Na sua primeira geração, esse veículo adotou um visual muscle car bastante clássico, mas acabou adquirindo um estilo mais europeu com o lançamento do seu segundo modelo em 1970.

Por sua vez, o segundo modelo tinha uma semelhança clara à engenharia italiana da Ferrari Lusso 250 GT e seguiu este estilo até 2002 quando a produção do carro foi interrompida. Foi só com a renovação da marca em 2010 que a nova geração do Camaro viu um retorno ao seu modelo original de muscle car.

3. A primeira geração contava com sete opções de motor

Quando o Camaro apareceu nas concessionárias pela primeira vez, ele disponibilizava sete opções diferentes de motor para os seus clientes. Para efeito de comparação, a maioria dos carros hoje oferece apenas quatro, isso na melhor das hipóteses. Um desses pacotes especiais foi encomendado apenas por cerca de 600 pessoas que se apaixonaram pela série Z/28, que havia sido desenvolvida com o propósito de ser uma concorrente de altíssimo desempenho para o Mustang.

O motor dos carros da linha Z/28 contava com 170 cv e ajudou o Camaro a atingir uma velocidade máxima de 168 km/h, o que era uma marca incrível para os carros de rua da época. De fato, o seu sucesso foi tão grande que o Z/28 continua sendo uma das linhas mais famosas de toda a história do Camaro.

2. Esse carro é uma verdadeira lenda das competições automobilísticas

Além de ser um carro esportivo incrivelmente popular entre o grande público, o Camaro também ostenta uma grande tradição nos autódromos por ser uma verdadeira lenda das corridas. Tal sucesso nas competições automobilísticas fez com que as 500 Milhas de Indianápolis adotassem o Camaro como pace car oficial em várias oportunidades.

Além de ser um pace car de sucesso nas edições da Indy 500, o Camaro também viu sucesso nas pistas como um carro de disputa nas corridas da NASCAR. Embora o carro usado nesse tipo de competição seja totalmente diferente do Camaro visto nas ruas, o seu visual continua a ser idêntico ao veículo comum, o que ajuda bastante na promoção da marca entre o público amante da velocidade.

1. O nome “Camaro” não tem significado algum

Embora o Chevrolet Camaro seja considerado um verdadeiro clássico e um dos carros mais populares de todos os tempos, o fato é que ninguém sabe realmente o que o seu nome significa. Em 1966, a declaração oficial da empresa era de que “Camaro” seria uma palavra francesa que significava “amizade” e “camaradagem”. O problema é que não há, de fato, nenhum “Camaro” no vocabulário francês.

O mais curioso disso tudo é que, com o passar do tempo, esse boato acabou se tornando um rumor engraçado que sustentava a ideia de que “Camaro” seria uma doença capaz de matar os cavalos da raça Mustang. Embora essa tese até possa soar interessante por conta da rivalidade entre Chevy e Ford, o fato é que essa palavra não tem nenhum significado real. Por isso, a tese mais aceita continua sendo a que diz que esse termo foi simplesmente pensado por um grupo de executivos da General Motors que queriam adotar um nome exclusivo e que começasse com a letra C.

Uma verdadeira lenda do mundo automotivo, não é mesmo? Compartilhe o post e deixe o seu comentário!

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