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7 curiosidades sinistras sobre Jack, o Estripador

Mais de 130 anos se passaram desde que um assassino em série cheio de ódio aterrorizou as ruas do bairro Whitechapel, em Londres. No entanto, as cicatrizes deixadas por Jack, o Estripador, ainda continua habitando as mentes dos moradores da cidade.

De fato, é até possível fazer visitas guiadas aos locais reais onde as vítimas do Estripador foram encontradas, sem falar que inúmeros programas de TV e filmes foram inspirados pela onda de crimes. Contudo, as atrocidades cometidas pelo Estripador ainda assombram Londres e provavelmente sempre será assim.

Dito isto, apresentamos aqui sete fatos assustadores que você provavelmente ainda não sabia sobre o assassino em série que ficou conhecido como Jack, o Estripador. Confira!

7. Os assassinatos ocorreram na mesma área

Os crimes cometidos por Jack, o Estripador, assombram toda a cidade de Londres mesmo depois de 130 anos dos acontecimentos. No entanto, o que chama a atenção é que tais delitos só ocorreram em uma pequena área da cidade. Todas as vítimas do assassino foram descobertas no bairro de Whitechapel, uma área que fica localizada no extremo leste da cidade.

Desse modo, podemos concluir que, se havia outras vítimas do Estripador em algum outro lugar em Londres, a polícia nunca chegou a descobriu. Vale destacar que qualquer pessoa ainda pode visitar a região de Whitechapel nos dias de hoje, embora o local esteja bem diferente do que era na década de 1880.

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6. Registros oficiais indicam que o Estripador foi responsável pela morte de cinco pessoas

Ainda há muitas coisas que não sabemos sobre Jack, o Estripador, incluindo sua verdadeira identidade e o número de vítimas no total. No entanto, o fato é que os especialistas geralmente atribuem cinco vítimas conhecidas ao Estripador, todas mortas três meses depois uma da outra.

A primeira vítima reconhecida do Estripador foi Mary Nichols, morta em 31 de agosto de 1888. A seguinte foi Annie Chapman, assassinada em 8 de setembro. Depois disso, Elizabeth Stride e Catherine Eddowes morreram na mesma noite de 30 de setembro. A última vítima foi Mary Kelly, que foi assassinada em 9 de novembro.

5. Os crimes cometidos por ele se destacavam entre todos os outros

Os anos 1800 não eram um período muito próspero para morar em Londres. A vida poderia ser bastante brutal de várias maneiras, mas os crimes horríveis cometidos por Jack, o Estripador, ainda se destacavam entre todas as outras atrocidades que aconteciam no mesmo local. Os moradores da época ficavam completamente indignados e chocados com os detalhes divulgados sobre os assassinatos.

O que realmente se destacava nos crimes do Estripador era a maneira doentia com que as vítimas eram tratadas. Muitas pessoas ainda especulam que o assassinato poderia ser um médico ou um açougueiro, a julgar pela maneira como os corpos eram cortados.

4. Uma das pistas cruciais de um dos assassinatos foi destruída pela própria polícia

O assassinato de Catherine Eddowes trouxe consigo uma pista que poderia ter esclarecido a identidade de Jack, o Estripador. Perto do corpo da vítima, a polícia encontrou um avental manchado de sangue, mais especificamente na porta de um prédio. Acima do avental, havia uma mensagem escrita em giz que dizia: “Os judeus são os homens que não serão responsabilizados por nada”.

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Querendo evitar tensões raciais, o comissário da Polícia Metropolitana, Sir Charles Warren, ordenou que a mensagem fosse apagada em vez de ser fotografada e ser levada como evidência. Acredita-se que isso foi contra a vontade dos outros membros da polícia, que por sua vez achavam que a mensagem era uma pista importante.

3. Ele pode ter mantido algumas partes dos corpos de suas vítimas como “troféus”

Se você já assistiu a algum documentário sobre serial killers na Netflix, já deve saber que, em alguns casos, os assassinos gostam de levar troféus para casa por seus crimes. O Estripador não era conhecido por roubar partes dos corpos de todas as mulheres que matava, mas isso pode ter realmente acontecido no caso envolvendo Annie Chapman.

Segundo o site Historic UK, depois que Annie foi morta e mutilada, partes de algumas de suas entranhas foram retiradas e levadas. Embora seus pertences e outras partes do corpo tenham sido encontrados juntamente com seu cadáver, parte da bexiga e outros órgãos estavam completamente ausentes, o que levou muitos investigadores a suspeitarem de que ele poderia ter mantido algumas partes dos corpos de suas vítimas como “troféus”.

2. Havia um boato de que ele pertencia a uma gangue

Na época dos crimes, existiam vários rumores intermináveis em torno do caso de Jack, o Estripador. Um dos mais difundidos dizia que ele não era apenas um serial killer solitário, mas um membro de uma gangue. Um jornal da época até chegou a publicar uma história detalhando a experiência de uma mulher convocando o fantasma de uma das vítimas do Estripador, Elizabeth Stride.

Segundo a história, o fantasma de Stride revelou que o assassino era um homem de meia idade que “pertencia a uma gangue de doze pessoas no total”. O mais interessante de tudo isso é que realmente existiam outras vítimas na mesma época que haviam sido atacadas por gangues de vários homens, mas a polícia nunca chegou a fazer uma correlação entre casos com as cinco vítimas do Estripador.

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1. Recentes avanços no campo da genética podem ajudar a finalmente descobrir a identidade do assassino

Já faz mais de um século e ainda não sabemos a verdadeira identidade de Jack, o Estripador. No entanto, graças aos avanços genéticos, alguns cientistas forenses acreditam que estão próximos de finalmente desvendar esse mistério. Depois de examinar um xale de seda manchado que foi encontrado ao lado do corpo de Catherine Eddowes, os pesquisadores descobriram um DNA que apontava para um imigrante polonês de 23 anos chamado Aaron Kosminski.

Por ser um barbeiro e ter fácil acesso a facas e navalhas, Kosminski era o principal suspeito na época. Por outro lado, a revista Science Mag ressalta que os críticos dessa teoria argumentam que o xale poderia ter sido contaminado ao longo do tempo e que essas descobertas não significam necessariamente que o caso esteja perto de ser totalmente resolvido.

Um assassino em série muito misterioso, não é mesmo? Compartilhe o post e deixe o seu comentário!

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