Curiosidades, Mistérios

As 5 maldições mais sinistras da história

As 5 maldições mais sinistras da história

Nós, seres humanos, podemos ser muito supersticiosos e isso pode ser facilmente percebido através de supostas maldições que conferimos a certos acontecimentos. De fato, a história sempre esteve repleta de supostas maldições, de modo que algumas até remontam aos tempos bíblicos. Muitas dessas maldições são normalmente atribuídas a simples casos de má sorte, mas muitas delas realmente contribuem para a construção de uma ideia de que há algo realmente misterioso envolvido.

Canecas para Presente

Pensando nisso, listamos aqui as cinco maldições mais sinistras da história. Você vai ver que certos eventos históricos parecem contar com detalhes muito minuciosos para serem considerados mera coincidência ou simples superstição. Confira!

5. A maldição do Superman

A maldição do Superman se refere às tragédias que ocorreram às pessoas envolvidas com os filmes e séries de TV do personagem ao longo dos anos. Provavelmente, as pessoas mais famosas que foram supostamente atingidas por essa maldição são George Reeves, que interpretou o herói em uma série de TV, e Christopher Reeve, que interpretou o personagem nos primeiros filmes. George Reeves cometeu suicídio, enquanto que Christopher Reeve ficou tetraplégico depois de cair de seu cavalo.

Outras vítimas frequentemente associadas a essa suposta maldição incluem Jerry Siegel e Joe Shuster, que criaram o personagem, mas que acabaram ganhando muito pouco com a criação, pois a DC Comics detinha todos os direitos. Alguns até dizem que Jerry e Joe foram os responsáveis por amaldiçoar o personagem por causa daquilo que eles acreditavam ser uma compensação injusta por seu trabalho.

4. A maldição do Porsche de James Dean

Às 17:45 do dia 30 de setembro de 1955, o ícone do cinema americana James Dean morria em um acidente de carro quando seu Porsche Spyder bateu de frente em outro carro. Rolf Wutherich, amigo e mecânico de Dean (que estava andando com o famoso ator) foi jogado do Spyder e sobreviveu ao acidente, mas Dean, que ficou preso nos destroços, faleceu ao ter o pescoço quebrado. Donald Turnupseed, o motorista do outro carro, apenas sofreu ferimentos relativamente pequenos.

Após a tragédia, o personalizador de carros George Barris comprou os destroços por US $ 2.500. No entanto, as coisas ficaram sinistras quando os destroços chegaram à garagem de Barris. Durante o transporte do carro, o Porsche escorregou de uma estrutura e caiu sobre um dos mecânicos que ajudavam no descarregamento. Na ocasião, o acidente quebrou as duas pernas do mecânico. Embora Barris tenha tido um mau pressentimento sobre o carro desde quando o viu pela primeira vez, suas suspeitas só foram confirmadas durante uma corrida realizada no dia 24 de outubro de 1956.

Na ocasião, dois médicos, Troy McHenry e William Eschrid, dirigiam carros de corrida que tinham peças do antigo Porsche de James Dean. McHenry morreu quando seu carro, que tinha o motor do Porsche instalado, ficou fora de controle e bateu em uma árvore. O carro de Eschrid também se envolveu em um acidente e capotou. Eschrid, que sobreviveu apesar de ferimentos graves, disse mais tarde que o carro travou repentinamente quando ele fez uma curva. Outros acidentes relacionados ao Porsche continuaram ocorrendo até 1960, quando as peças restantes do veículo desapareceram.

3. A maldição do Clube dos 27

O Clube dos 27 é um termo que se refere à crença de que existe algo incomum no alto número de ícones do rock que morreram aos 27 anos, muitas vezes sob circunstâncias misteriosas. No entanto, ainda existe um certo debate sobre os critérios usados para incluir pessoas no “Clube dos 27”.

Canecas para Presente

Algumas pessoas acreditam que o principal motivo pro trás da criação do termo foi a morte de um número incomum de músicos famosos de 27 anos dentro de um período de apenas dois anos entre uma morte e outra. As listas geralmente incluem artistas como Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Brian Jones e Amy Winehouse. Kurt Cobain também costuma ser frequentemente incluído devido ao seu impacto na música nos anos 90.

2. A maldição do diamante Hope

O diamante Hope é uma pedra preciosa azul, famosa pela sua cor chamativa e pela suposta maldição que carrega. Segundo a lenda, um homem chamado Tavernier viajou para a Índia e, enquanto estava lá, roubou esse grande diamante azul, que por sua vez estava preso aos olhos de uma estátua da deusa hindu Sita. Acredita-se que, por causa dessa transgressão, Tavernier acabou morrendo ao ser atacado por cães selvagens em uma viagem à Rússia (depois de ter vendido o diamante).

No entanto, o rei Luís XVI é provavelmente o dono mais famoso do diamante, de modo que, assim como Tavernier, também acabou tendo um fim trágico. Luís XVI foi decapitado junto com sua esposa, a rainha Maria Antonieta.

Eventualmente, o diamante foi doado ao instituto Smithsonian. Atualmente, o diamante Hope está em exibição como parte da Coleção Nacional de Gemas e Minerais do Museu Nacional de História Natural, em Washington DC, para todos aqueles que desejam vê-lo.

1. A maldição do faraó

Essa suposta maldição gira em torno da crença de que qualquer pessoa que viole a múmia de um faraó do Antigo Egito cairá em desgraça. Tudo começou com Lord Carnarvon (o financiador da busca pelo túmulo de Tutancâmon), que ficou doente quando ainda estava no Cairo e morreu alguns dias depois aos 57 anos. A causa exata da morte nunca chegou a ser oficialmente confirmada, mas os sintomas indicavam que ela poderia ser proveniente de uma infecção originada por uma picada de inseto.

Curiosamente, diz a lenda que, quando Lord Carnarvon morreu, houve uma queda de energia no Cairo, de modo que todas as luzes da cidade se apagaram. Seu filho relatou que o cachorro de Carnarvon passou a uivar constantemente e caiu morto no mesmo período da morte do seu dono. Para deixar as coisas ainda mais estranhas, quando a múmia de Tutancâmon foi desembrulhada em 1925, foi encontrado um ferimento na bochecha esquerda da múmia que indicava a posição exata da suposta picada de inseto que levou Carnarvon à sua morte.

No entanto, o que mais chama a atenção nessa história toda é que, até o ano de 1929, onze pessoas ligadas à descoberta do túmulo já haviam morrido de causas não naturais. Isso incluiu dois parentes de Carnarvon, um estudante de história da arte chamado Charriel Manson e a secretária pessoal de Howard Carter, o descobridor do túmulo do faraó.

Essas supostas maldições são realmente sinistras, não é mesmo? Compartilhe o post e deixe o seu comentário!

Leia Também: