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Como funciona a pílula do dia seguinte?

Quando precisamos repetir uma atividade diariamente, é comum que às vezes ocorram esquecimentos, isso não é diferente quando falamos de pílula anticoncepcional. Além do possível esquecimento deste medicamento regular, também podem ocorrer acidentes durante as relações ou a ineficácia de certos métodos contraceptivos e para isso existe a pílula do dia seguinte. Mas afinal, como ela funciona?

Ao ter uma vida sexual ativa, é de suma importância que você saiba tudo sobre o universo da contracepção e hoje vamos começar com a pílula do dia seguinte. No Brasil é possível encontrar pílulas compostas pelo composto levonorgestrel 0,75 mg, sendo as mais comuns nas farmácias: Postinor-2, Pilem, Pozato, Diad, Minipil2-Post e Poslov. Ela funciona de uma forma simples que inibe a ovulação após sua ingestão e também impede que o óvulo seja fertilizado pelo espermatozoide.

Ou seja, a pílula do dia seguinte altera o ciclo menstrual, por isso é comum que mulheres que tenham utilizado o medicamento acabem com sua menstruação atrasada em até uma semana. Porém, dependendo da fase do ciclo em que você o toma, a mesma pode vir uma semana antes. Vale lembrar que diversas características com que você está acostumada durante a menstruação não devem mudar, são elas coloração, duração e quantia de sangue. Caso ocorra qualquer uma dessas mudanças, busque um médico e faça os devidos testes para ter certeza de que não há nenhum bebê a caminho.

Diferente do que muitas pessoas acreditam, a pílula não provoca aborto. Isto porque uma técnica só é considerada abortiva quando age em um óvulo já fecundado. Como já explicado, o medicamento age antes de haver fecundação, logo não há aborto. Caso a pílula do dia seguinte seja ingerida após o óvulo ter sido implantado no útero, ela não terá nenhum efeito no seu organismo, inclusive não irá alterar em nada sua gravidez ou causar perigo ao feto.

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