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Conheça a cobra robótica que pode detectar a fonte de poluição da água

Já que a tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas, por que não usá-la em benefício da preservação do meio ambiente? É exatamente essa a ideia por trás do desenvolvimento de uma “cobra robótica”, que é capaz de detectar a poluição da água e até mesmo identificar o local exato de onde a contaminação está vindo.

A poluição da água tem sido um dos tópicos mais discutidos nos últimos anos. Mas apesar de muita gente acreditar que coisas como gasolina e petróleo são as únicas substâncias que realmente prejudicam os nossos oceanos, existem outros materiais e produtos químicos presentes no nosso cotidiano que são extremamente danosos ao meio ambiente. Um desses materiais é o plástico, que sempre encontra o caminho dos oceanos e que tem motivado a criação de medidas como a eliminação de canudos e sacolas plásticas em alguns locais ao redor do mundo. De fato, essas iniciativas podem desacelerar a taxa de contaminação atual dos oceanos, mas e quanto ao dano que já foi feito? Pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausana, na Suíça, sugerem que a resposta possa estar na tecnologia, mais precisamente em um robô com um formato que lembra uma cobra.

A cobra robótica tem aproximadamente um metro e meio de comprimento e foi programada para nadar à procura de áreas poluídas na água. Ela é capaz de cobrir áreas marinhas muito grandes e consegue entregar os resultados aos cientistas na costa em tempo real. Na verdade, a cobra não só consegue detectar a poluição da água, como também detecta exatamente onde está a fonte da contaminação, o que pode ser muito útil para rastrear focos de contaminação da água que não podemos ver em condições normais.

O seu tamanho também foi levado em consideração desde a concepção do projeto. Os desenvolvedores suíços explicam que, por ser relativamente pequena e facilmente transportável, a cobra robótica pode ser levada e usada em lugares com ruim acesso. No final das contas, não há necessidade de carros ou caminhões para transportá-la, apenas um cientista treinado e uma mochila.

Segundo os criadores do dispositivo, o objetivo para o futuro é fazer melhorias nos sensores da cobra para que um dia ela seja capaz de detectar metais mais pesados.

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