Mistério

Cinco casos intrigantes de extraterrestres no Brasil (Continuação)

Há alguns dias publicamos um artigo chamado Cinco incríveis casos de interação extraterrestre no Brasil e agora trazemos a continuação desta postagem! Não esqueça que no final da matéria há um vídeo com mais imagens e informações, confira! 🙂

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O primeiro caso deste vídeo aconteceu em 1976 em Quixadá, interior do Ceará. Luis Fernandes Barroso foi um trabalhador rural que certo dia, enquanto ia para casa de carroça, foi interceptado por algo inexplicável que o lhe apontou uma luz muito forte e o sequestrou. Apesar de saber que foi sequestrado, Barroso não se lembra de nada do que viveu dentro da espaçonave e se negou a passar por sessões de hipnose. Porém, ele sentiu todos os efeitos que a abdução o causou, primeiro uma forte vermelhidão se espalhou pelo lado esquerdo de seu corpo, depois um tipo de retardo mental começou a se manifestar.

Seu filho alega que o comportamento de seu pai ficou extremamente diferente depois do acontecido. Barroso passou por diversos hospitais e médicos e todos tinham um mesmo diagnóstico, era como se sua mente tivesse regredido, sua idade mental era idêntica a de uma criança. Em função deste grande problema, Luis teve que parar de trabalhar e passou o resto da vida sendo cuidado pelos filhos. Antes de falecer em 1993, ele falava pouco e mal se movimentava, passava todo o seu tempo sobre uma cama sendo cuidado.

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Já o segundo caso fala sobre um casal que, em 1976, decidiu fazer uma viagem de família. Hermínio e Bianca Reis trafegavam por uma estrada próxima a Matias Barbosa no sul de Minas Gerais quando finalmente decidiram descansar um pouco. Hermínio logo adormeceu, porém Bianca ficou acordada por algum tempo e pode observar uma estranha luz que se aproximava rapidamente do veículo. Em certa altura, a jovem deu um grito de pavor pois imaginava que aquela claridade vinha de um avião que iria cair sobre o carro.

Porém, de repente, os dois acordaram em um local estranho e muito iluminado, lá eles foram recepcionados por dois homens altos e educados que os encaminharam até uma sala estranha com uma máquina cheia de fios, segundo os homens seria este um equipamento de tradução simultânea. Lá, o casal pode conhecer Karran, um extraterrestre natural do planeta Klemer que debateu com eles questões filosóficas e místicas, ele inclusive sugeriu que a Terra havia sido colonizada em seu início por civilizações alienígenas.

Outra informação interessante que foi dada por Karran é que há muitos anos uma alteração ocorreu no eixo da Terra, o que deixou a humanidade com capacidade intelectual bastante inferior a que deveria ter. Segundo o relato, o casal também teria conhecido outro extraterrestre, seu nome era Zir e ele vivia na Terra como agente infiltrado, sua função era ser intérprete quando o equipamento não conseguisse faze-lo. Depois de toda a conversa que durou cerca de 2 dias, o casal foi levado de volta a estrada, porém continuaram recebendo mensagens telepáticas de Karran.

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O terceiro caso é bastante interessante, isto porque foi o primeiro fenômeno que foi visto coletivamente! Em março de 1982 20 mil pessoas estavam ansiosas no Estádio Morenão, em Campo Grande, à espera do grande final do jogo entre Operário e Vasco, quando, de repente, algo estranho aconteceu. Um clarão começou a se formar no campo do estádio, primeiramente todos pensaram que um avião estava se aproximando, porém tiveram de tirar outras conclusões já que quando olharam para o céu, viram algo que se movia muito rapidamente e que tinha o formato de um charuto. Outras regiões da cidade também viram o fenômeno, inclusive um morador local disse que quando o objeto não identificado passou próximo a uma árvore, todas as folhas murcharam.

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O quarto caso narra a história do fotografo Almiro Baraúna. Em janeiro de 1958 Almiro foi convidado pela Marinha para fazer parte de pesquisas oceanográficas na Ilha de Trindade, no Espírito Santo. Então, certo dia, o fotógrafo observou um objeto estranho sobrevoando a ilha e fez uma sequência de fotos do que parecia uma nave em forma de disco. O acontecimento também foi testemunhado por várias outras pessoas, inclusive militares. Logo, as fotos viraram manchete do jornal Correio da Manhã e também o assunto mais comentado do momento.

Segundo Baraúna, o óvni se movia de maneira estranha, às vezes se deslocava muito rapidamente, porém também se deslocava lentamente em certos momentos. Ele era extremamente luminoso e não emitia nenhum barulho, quando acelerava era possível ver um pequeno rastro branco que logo desaparecia no ar.

Em 2010 o caso voltou a ser notícia quando foi relembrado pelo Fantástico, programa da Rede Globo. Lá ocorreu uma entrevista com uma amiga da família do fotógrafo que alegou que as imagens eram todas falsas, Almiro teria as feito em frente à geladeira utilizando duas colheres. Apesar da alegação, muitos ufólogos acreditam que este tenha sido o mais fiel registro fotográfico de vida extraterrestre até aquele momento, isto porque até mesmo a Marinha confirmou na época ter presenciado o evento.

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E por último, um caso bastante emblemático que ocorreu em junho de 1986 em São Paulo, no bairro Vila Matilde. Bete e Débora Rodrigues tinham 22 e 16 anos quando, certa noite, iam para a casa, as duas primas estavam voltando de uma boate pouco antes da meia-noite e, de dentro do ônibus, puderam ver um objeto muito luminoso. Depois disso, a única coisa que elas lembravam era de terem adormecido na casa de uma delas, porém com o tempo várias memórias foram retornando à mente das jovens e no dia seguinte, as duas decidiram participar de uma sessão de hipnose para saber o que havia acontecido com elas na noite anterior.

Lá, Bete Rodrigues descobriu que quando desceram do ônibus, o objeto luminoso apareceu novamente para elas e, muito curiosas, as duas decidiram ir em direção a ele para descobrir o que estava acontecendo. Quando chegaram próximas a nave, elas puderam ver uma criatura baixa, calva, de braços finos, longos e de aparência repulsiva que indicava com as mãos a entrada do óvni. Já lá dentro, Bete foi examinada e acreditava que, neste momento, objetos metálicos tinham sido inseridos em sua cabeça e seus pés. Quando Débora foi hipnotizada, também deu um relato bastante semelhante ao da prima. 14 anos depois, no ano 2000, Bete Rodrigues recebeu uma solicitação de diversos ufólogos que investigavam seu caso, eles queriam que ela fosse submetida a exames de raio-x e, para a surpresa de todos, pequenos objetos metálicos foram encontrados em seu dedão do pé.

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