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La Casa de Papel: Curiosidades incríveis sobre a série!

La Casa de Papel é uma das séries que mais instigam o  raciocínio dos espectadores mais frios e calculistas da Netflix. Criada por Álex Pina, foi veiculada pela primeira vez no mês de Maio de 2007 pela rede Antena 3. Sua trama reúne o que há de mais legal (e, claro, absurdo) em séries sobre espionagem: um exímio time de ladrões roubando a Casa da Moeda da Espanha. Cada membro do esquadrão assume como alcunha o nome de uma cidade, sem que divulguem seus nomes reais, mesmo entre si: Tóquio, Nairóbi, Moscou, Denver, Helsinque, Berlim, Oslo e Rio, sob o comando do astuto Professor, que os escolheu a dedo, dentre os maiores assaltantes do país.

Bom, chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa, fique por dentro agora de uma das séries que fisgaram o público brasileiro com suas intrigas e reviravoltas: La Casa de Papel!

Ode à resistência italiana

A música “Bella Ciao“, fixada em nossas mentes por meio dos cantos eufóricos do esquadrão em cenas marcantes da série, data do século XIX e foi composta por camponeses em manifestação de resistência a Benito Mussolini e seu regime ditatorial fascista. O canto também foi bradado durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. Em La Casa de Papel, este hino é usado como uma metáfora para a sensação de real liberdade. O uso de trilhas sonoras épicas como esta mostra o valor da música no reforço à emoção sugerida por séries e filmes em momentos de ânimos aflorados.

A Casa da Moeda Espanhola da série, na verdade, foi inspirada por três edifícios diferentes na vida real

O prédio principal da trama de La Casa de Papel, na verdade, é uma referência a três locais diferentes: o galpão, local onde as notas de dinheiro são impressas utilizam as prensas do jornal ABC; Fábrica Nacional de Moneda y Timbre (Real Casa de la Moneda) e o Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC). Estes três prédios se localizam em Madri.

Atestado médico falso? A doença que Berlim sofre é fictícia

O personagem interpretado pelo ator Pedro Alonso sofre uma enfermidade batizada “Miopatia de Helmer“, nome que foi criado na série para uma doença que se aproxima mais da chamada Miopatia mitocondrial, na qual os genes da pessoa exercem uma tendência de perda progressiva na força muscular do indivíduo. Seu nome é sugerido pela origem da enfermidade, o mau funcionamento das mitocôndrias no organismo que desempenham a função de gerarem energia para todas as células deste.

Mudança de planos no cartório do crime: Nomes diferentes

Oslo, Moscou e Nairóbi, na verdade, se chamariam Valência, Camarões e Chernobil, na primeira versão da série, porém para não serem desconsiderados por completo na trama, estes nomes foram utilizados como códigos no desenvolvimento dos procedimentos do grande assalto.

Bigode que merece respeito

“Por quê escolheriam Salvador Dalí para ilustrar as máscaras em La Casa de Papel?” Bom, não esperem motivos parecidos com os quais levaram os criadores de V de Vingança a usarem o rosto de Guy Fawkes. A escolha do artista não tem importância aparente como um ideal político ou social. O que podemos palpitar, seria uma sutil metáfora ao tom “artístico” que deveria ser empregado no desenvolvimento de estratégias para um assalto à Casa da Moeda da Espanha.

Cinquenta Tons de… vermelho.

O vermelho, cor que sugere uma intensidade maior aos sentimentos colocados nas cenas de Álex Pina foi uma ideia de Migue Amoedo, diretor de fotografia da série. Além de luzes e o próprio macacão dos assaltantes, também podem ser observados outros itens na trama, como o telefone que usam frequentemente.

Inspiração para o visual de Tóquio

Natalie Portman interpretou a personagem Mathilda no longa-metragem Portman (de 1994), que é uma jovem protegida de um matador de aluguel, também vingador da morte da família. Úrsula Corberó, que interpreta Tóquio, tem seu visual e corte de cabelo inspirado em Mathilda.

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